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sábado, 4 de agosto de 2012

Chrysler que investir R$ 408 milhões em fábrica


O Grupo Chrysler está considerando investir 200 milhões de dólares (o equivalente a 408 milhões de reais) em sua planta Mark I, em Detroit, onde pretende parar de produzir o motor 4.7 V8 e inicie a fabricação do 3.6 V6 Pentastar, divulgou o informativo Automotive News. Conforme a notícia, a empresa está avaliando se também consegue incentivos governamentais para a ação, que renderá 250 novos empregos na unidade fabril.

Enquanto planeja a reestruturação da fábrica Mark I, Segundo o Automotive News, o Grupo Chrysler já anunciou que fechará a unidade Mark II em setembro, onde os atuais motores 3.7 V6 são montados. Os 200 funcionários que trabalham no local serão remanejados.

Enquanto em 2009 a Chrysler produzia cinco versões de motor V6, cujo deslocamento variava entre 3.3 litros a 4.0 litros, atualmente o Pentastar é oferecido somente na configuração 3.6 V6. Segundo o informativo, a fábrica tem planos de desenvolver outras vertentes com deslocamentos diferentes deste propulsor, mas não revela detalhes nem locais de produção.
Fonte: QuatroRodas

domingo, 22 de julho de 2012

Chrysler fechará fábrica em Detroit


A Chrysler anunciou o encerramento das atividades da fábrica Mack II, situada na cidade de Detroit, nos Estados Unidos.

No local, era produzido o motor 3.7 V6, utilizado no Jeep Liberty e no Ram 1500. O propulsor saiu de linha e não será utilizado na próxima geração do Liberty, enquanto o Ram 1500 receberá um 3.6 V6.

Aproximadamente 200 funcionários trabalhavam na planta. Todos serão remanejados, passando a trabalhar em outras fábricas da Chrysler.
Fonte: QuatroRodas

terça-feira, 17 de julho de 2012

Chrysler terá novo motor a diesel


Para cumprir o plano de longo prazo instituído pelo governo norte-americano, a Chrysler deve lançar até 2014 um novo motor a diesel que deve equipar os modelos da própria marca, além da Jeep, Dodge e até carros do grupo Fiat. Prova disso é que a montadora patenteou o nome EcoDiesel 3.0L e o logotipo que será utilizado pelos veículos equipados com esse propulsor.

Como o nome diz, esse bloco tem capacidade de 3 litros e deve ser equipado com turbo. Especula-se que sua potência gire em torno dos 245 cv, mas, apesar disso, o foco estará na economia de combustível.

Desenvolvido pela empresa italiana VM Motori em parceria com a Fiat, esse novo motor deve estar presente no sedã de luxo 300C e no utilitário esportivo Grand Cherokee já em 2014.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Chrysler mostra 300C e Wrangler especiais para o Salão de Pequim


A Chrysler planeja celebrar seu retorno à China em grande estilo no Salão de Pequim. A marca prepara versões customizadas do sedã 300C e do Jeep Wrangler, que podem até ser oferecidas como séries limitadas em um futuro próximo, dependendo da aceitação do público.


O 300C se destaca pela predominância da cor preta no exterior, além dos novos para-choque e grade frontal. No caso do Wrangler, a pintura negra forma uma bela combinação com os detalhes dourados e o adesivo de um dragão estilizado na carroceria. O mesmo esquema de cores é usado no interior do jipe, que tem um painel com acabamento preto e detalhes dourados no volante, quadro de instrumentos e até nas maçanetas das portas.
Fonte: QuatroRodas

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Chrysler lança carregador sem fio


Esqueça aquela história de carregadores para carros. A Chrysler acaba de divulgar a solução para o problema dos celulares com a bateria “na reserva”. Um carregador sem fio foi apresentado pela primeira vez graças a união entre a montadora norte-americana e a Mopar, principal auxiliar da marca para os assuntos de personalização e tecnologia.

A novidade funciona com um dispositivo no console central do carro. Após acionar o motor do veículo, o aparelho celular começa a receber carga de um sistema wireless (tecnologia sem fio) ao ser posicionado em um compartimento próprio.

Segundo a Chrysler, o carregador sem fio estreará junto com o novo Dodge Dart, que chega às concessionárias internacionais em 2013 (ainda não há informações sobre a venda do sedã no Brasil). A novidade custará US$ 199,99 (R$ 360, sem impostos).
Fonte: iGCarros

domingo, 8 de abril de 2012

Chrysler voltará a ter veículos nacionais em 2014


A Chrysler voltará a ter veículos produzidos no Brasil, diz o jornal Valor. Essa seria a terceira investida da montadora americana por aqui. A primeira no final da década de 1960 resultou na produção de modelos como o Dodge Dart e Polara. Depois, na década de 1990, uma fábrica foi levantada em Campo Largo, Paraná, para produzir a picape Dakota.

No primeiro caso, a estrutura foi comprada pela Volkswagen e, no segundo caso, a empresa simplesmente desistiu de produzir aqui depois que o mercado mingou no início dos anos 2000. Agora, a nova tentativa tem a ver com a fábrica da Fiat em Goiana, PE. Lá, onde a marca italiana fará o sucessor do Mille, há planos para produzir um modelo de massa da Jeep, segundo rumores.

Seria uma versão crossover de alguma plataforma da Fiat e que apelaria para a tradição da Jeep em veículos off-road. Não é exagero imaginar que o grupo pensa até em exportar parte da produção para outras regiões. Hoje são poucos os produtos regionais e esse crossover, uma espécie de mini-Compass, teria enorme potencial em várias partes do mundo.
Fonte: BlogAuto

terça-feira, 3 de abril de 2012

Chrysler lança nova marca na China


O Grupo BYD Daimler New Technology Co. (BDNT), formado em 2010 pela chinesa BYD e a Chrysler, divulgou nesta sexta-feira (30) a criação de uma nova marca. A Denza é o fruto da joint-venture entre as fabricantes e será responsável pela produção de veículos elétricos para o mercado chinês. “A marca leva um selo de tecnologia de ponta, design e personalidade para o novo veículo que será produzido na China”, disse Ulrich Walker, presidente da Chrysler na Ásia. O primeiro carro será apresentado no Salão da Xangai, em abril, e o início da produção está marcado para 2013.

Segundo a Chrysler, o grupo acredita que a China é a nação com maior potencial para produzir veículos elétricos. A rápida ascensão financeira vista no país, a urbanização e o consumidor aberto às novas tecnologias são os principais pontos de apoio da marca para implementar uma divisão especializada em carros elétricos. Isso sem contar o suporte governamental para esse tipo de veículo que, infelizmente, é deixado de lado no Brasil.

Até o momento, nenhuma informação sobre como será o primeiro veículo fabricado pela Denza foi divulgada.
Fonte: iGCarros

sábado, 17 de março de 2012

Chrysler terá mais três lançamentos em 2012


Em Genebra, a Chrysler ficou restrita à reestilizações e novas versões de seus modelos, mas no Brasil alguns modelos que aqui na Europa são há tempos conhecidos terão o status de “novidade”.


É o caso da picape RAM e do utilitário esportivo Durango. O primeiro modelo volta como marca ao país - o modelo é o 2500. O desafio é acostumar o cliente a mudar esse conceito. A sorte da Chrysler é que não há concorrentes à vista já que a F250 foi tirada de linha pela Ford.


Já o Durango deve ter uma vida mais agradável no Brasil. Antes uma versão fechada da picape Dakota, o SUV agora usa a base do Jeep Grand Cherokee, o que só deve melhorar sua aceitação no mercado.

Esportivos na mira

A Chrysler ainda faz mistério, mas admite que teremos um esportivo “divertido” no 2º semestre. A hipótese mais plausível é o Challenger, rival do Mustang e do Camaro e que já é importado de forma independente há bastante tempo.
Fonte: iGCarros

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Chrysler comemora produção de 1 milhão de motores Pentastar


A recuperação do Grupo Chrysler, que em 2008 quase fechou suas portas, já é evidente muito por conta dos investimentos realizados pelo Grupo Fiat, hoje no controle da empresa. Prova disso é a produção do novo motor V6 Pentastar, que em apenas 18 meses após sua estreia já chegou a marca de 1 milhão de unidades produzidas nas fábricas do conglomerado em Michigan, nos Estados Unidos, e em Saltillo, no México.

Concebido como um bloco focado em eficiência de consumo, o Pentastar substituiu os propulsores 2.7 e 4.0, ambos V6, nos portfólio de Chrysler, Dodge e Jeep.

Outra característica do novo motor 3.6 V6 do Grupo Chrysler é sua facilidade de construção. Em relação ao bloco 4.0 anterior, a quantidade de componentes foi reduzida de 189 partes para apenas 32, segundo a montadora. O Pentastar também permitiu a introdução da transmissão automática de 8 marchas do Grupo Chrysler, mais moderna.

O primeiro veículo do conglomerado a receber o conjunto mecânico Pentastar foi o Grand Cherokee, em sua geração mais recente. Hoje, o motor também já aplicado nos modelos Jeep Wrangler, Dodge Avenger, Challenger, Charger, Durango, Journey e Caravan e Chrysler 200, 300 e Town and Country.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Chrysler anuncia lucro de US$ 116 milhões no primeiro trimestre


A Chrysler anuncia ter lucrado US$ 116 milhões no primeiro trimestre de 2011, sendo este o primeiro lucro da norte-americana desde que pediu concordata, em 2009. Já sua receita de US$ 13,1 bilhões no período foi 35% superior à do 1° trimestre de 2010. A marca credita o resultado positivo ao aumento de 18% nas vendas, que chegaram a 394.000 unidades, impulsionadas por 16 lançamentos – entre novos produtos e veículos renovados.

“A melhora das vendas e da performance financeira do grupo Chrysler mostram que nossa rejuvenescida linha de produtos está ganhando força no mercado e que os clientes já percebem isso”, explica o CEO Sergio Marchionne. Ainda de acordo com a montadora, suas reservas agora chegam a US$ 9,9 bilhões. Recentemente, a Fiat aumentou sua participação sobre a empresa norte-americana para 30%.
Fonte: iGcarros

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fiat quer 46% da Chrysler até junho, diz jornal


A recuperação do Grupo Chrysler, que pediu concordata em 2009, está acontecendo mais rápido do que a Fiat esperava. Hoje dona de 30% do conglomerado norte-americano, destes 5% recém-adquiridos, a empresa italiana planeja aumentar sua participação no grupo americano para 46% até julho deste ano, segundo aponta reportagem do jornal italiano Corriere dela Sera.

Conforme revelou anteriormente Sergio Marchione, presidente do Grupo Fiat e também no comando da Chrysler, a intenção da marca de Turim é adquirir mais da metade das ações de sua aliada dos Estados Unidos, o que lhe daria o controle majoritário na união. No entanto, antes de somar 46% do capital, a fabricante americana terá de reduzir seu débito com os governos dos EUA e Canadá para menos de US$ 4 bilhões. A conta atualmente é de US$ 7,4 bilhões.

A aquisição de mais da metade das ações da Chrysler exige ainda a quitação completa dos empréstimos públicos que salvaram a marca da falência em 2009, ficando assim livre de órgãos governamentais
Fonte: iGCarros.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Fiat do Brasil e Chrysler do México disputam pela produção da Ducato


A Fiat e a Chrysler estão em uma disputa interna, como mostra o site do The Wall Street Journal. A subsidiária brasileira da Fiat e a operação mexicana da Chrysler estão disputando a tarefa de montar a van Ducato, disse o presidente da Chrysler no México, Joseph ChamaSrour.

Segundo ele, a conquista do negócio representaria uma nova fábrica para as operações mexicanas de Chrysler, já que a plataforma da van pode servir de base para vários novos modelos e versões menores que seriam distribuídas nas Américas.

Propostas do Brasil e do México devem chegar à mesa de Sergio Marchionne, o diretor-presidente da Fiat e da Chrysler, até o fim do mês, disse ChamaSrour.

“Estamos calculando os números para o argumento pelo negócio no México e nossos colegas brasileiros estão calculando os números do Brasil”, disse ele. “Assim que tivermos todos esses números, Sergio vai decidir o que é melhor para a empresa.”
Fonte: NA

quinta-feira, 10 de março de 2011

Chrysler quer gastar US$2,9 bilhões com propaganda em 2011 nos EUA


Algumas empresas fazem quase milagres através de sua equipe de marketing, aqui no Brasil especialmente GM e Hyundai-CAOA. A primeira tem produtos de segunda linha e ainda por cima defasados, mas seu marketing consegue fazer alguns deles venderem muito bem.

Já a segunda tem ótimos produtos e é a que mais gasta com publicidade por carro no Brasil. O problema é o conteúdo de suas propagandas não corresponde nem um pouco à verdade. Mas chega de falar de Brasil, vamos aos EUA, onde outra marca precisa mais do que nunca utilizar bem o dinheiro empregado no marketing. E esse valor não será pouco. A Chrysler pretende gastar US$2,9 bilhões em propaganda só este ano nos EUA.

O valor é 70% superior ao de 2010 e deve ser investido principalmente nos novos modelos. A idéia é envolver os consumidores em torno de seus produtos, já que o americano pode mudar de marca tão rápido quanto mudar de casa. Outro objetivo é mostrar aos investidores que a Chrysler está no rumo certo.
Fonte: NA

quinta-feira, 3 de março de 2011

História da marca Chrysler


Carros com design ousados que aliam performance e praticidade para qualquer situação. A CHRYSLER, uma das mais importantes montadoras do mundo, apesar do momento difícil pelo qual atravessa atualmente, foi, e ainda será, uma definidora de tendências no setor automobilístico mundial.
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A história
A história começou em 1923, quando Walter Percy Chrysler, que havia trabalhado na GM (onde ocupou o cargo de vice-presidente), Willys-Overland e Buick, dono das empresas de automóveis “Chalmers” e “Maxwell”, resolveu fundar sua própria montadora de automóveis na cidade de Detroit baseada na infra-estrutura da Maxwell Motor Car. No ano seguinte, redefinia o conceito de carros de passeio ao apresentar, no dia 5 de janeiro, o CHRYSLER SIX, primeiro veículo de sua marca, que incluía um motor de seis cilindros, além de freios hidráulicos nas quatro rodas como equipamento de série. Este modelo foi apresentado oficialmente ao público no Hotel Commodore, durante o Salão do Automóvel de Nova York. Na realidade, W. P. Chrysler queria que seu automóvel fosse exposto no Salão do Automóvel, mas como o modelo ainda não se encontrava em produção, a organização recusou o seu pedido. A solução encontrada foi colocar o modelo, que apresentou pela primeira o medalhão dourado com a inscrição CHRYSLER, na entrada do Hotel Commodore, por onde passavam todos os dias muitos investidores e expositores. A sua estratégia acabou por ser compensada, quando um banqueiro da Chase Securities assinou um acordo no valor de US$ 5 milhões com a Maxwell Motor Corporation para financiar os planos futuros. Em seu primeiro ano o modelo vendeu 32 mil unidades.
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No dia 6 de junho de 1925 surgiu a CHRYSLER Corporation, sucessora da Maxwell Motor Car, que começou a produzir seus carros em séries. Nesse mesmo ano lançou o CHRYSLER FOUR, cuja velocidade atingia 93 km/h, e que arrastou um milhão de pessoas em 4 dias de apresentação no showroom. Nesta época nova empresa havia crescido rapidamente, contando com 3.800 concessionárias somente nos Estados Unidos e alcançando um lucro impressionante de US$ 17 milhões. Pouco depois, em 1926, a montadora ingressou no segmento dos carros de luxo com o modelo Imperial E-80, que na época alcançava 80 milhas por hora. No ano de 1928, a empresa comprou a montadora DODGE, empresa automotiva com uma sólida reputação na fabricação de veículos resistentes e confiáveis, e lançou as marcas DeSoto e Plymouth, com carros custando entre US$ 670 à US$ 725.
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Enquanto os Estados Unidos mergulhavam na crise econômica da Grande Depressão, Walter P. Chrysler recusava-se a deixar sua jovem empresa sofrer. Sem medo de enfrentar os tempos difíceis, a CHRYSLER apresentou um dos automóveis mais inovadores de todos os tempos - o Airflow de 1934. Concebido pelo engenheiro Carl Breer, o Airflow foi o primeiro carro a levar o design do automóvel para o futuro, cujas características passavam pelos princípios aerodinâmicos. A idéia de Breer surgiu quando estava observando aviões de caça praticarem manobras, levando-o a pensar que os automóveis também poderiam ser desenhados para serem o mais eficiente possível. O lendário piloto americano Orville Wright foi consultado no projeto e os dois começaram a desenvolver modelos com frentes em gota de água e testaram-nos no novo túnel de vento construído na sede da Chrysler Corporation em Higland Park. Em 1938 a montadora se estabeleceu no México. No começo da década de 40, introduziu no mercado a famosa e luxuosa Station Wagon Town & Country (lançada em 1941), e modelos conversíveis. Com o começo da Segunda Guerra Mundial, a empresa dedicou-se a projetos de veículos militares. Até ao fim da guerra em 1945, as fábricas e os empregados da CHRYSLER produziam de tudo, desde motores para os aviões B-29 Superfortress, a tanques Pershing.
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Entre 1947 a 1950, a montadora investiu na construção e aquisição de 11 novas fábricas. Em 1950 lançou no mercado uma grande inovação, o sistema elétrico de vidros. Um motor Hemi V8 com 300 cv, apresentado em 1951 como o mais potente destinado a carros de passageiro, acabou por propulsionar um dos modelos mais fantásticos - o Chrysler C-300 de 1955. Sendo um dos modelos mais potentes dessa época, se impôs no circuito NASCAR (categoria de automobilismo mais popular dos Estados Unidos), vencendo 20 das 40 corridas disputadas. Pouco depois, em 1957, um dos carros de maior sucesso da montadora, o Chrysler DART, foi lançado no mercado. Foi também nesse mesmo ano, que, depois de uma grande expansão interna no pós-guerra, a CHRYSLER formou uma equipe de operações internacionais com sede na Suíça para vender seus modelos na Europa. O ano seguinte foi marcado por uma grande novidade: disponibiliza em seus modelos o controle automático de velocidade. Em 1960, após 33 anos de existência, a marca DeSoto teve sua linha de montagem extinta. Porém este ano não foi marcado somente por notícias ruins: a CHRYSLER introduziu o chassi monobloco, que trouxe mais segurança aos automóveis e rapidamente viria a ser aplicado em todos os seus modelos.
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O lançamento mais celebrado da CHRYSLER em meados dos anos 70 foi o Newport Cordoba hardtop - primeiro modelo a usar a designação Cordoba, que se tornou famoso pelos anúncios televisivos protagonizados pelo ator Ricardo Montalban. A empresa passou por grandes dificuldades financeiras nesta década devido às crises petrolíferas e à mudança de linhas em seus modelos que não agradou ao mercado. Porém, o executivo Lee Iacoca, que assumiu a presidência em 1978, mudou o rumo trágico que a companhia poderia ter preparando o caminho para uma das histórias de sucesso mais marcantes dos anos 80. A década seguinte foi de recuperação para a empresa, que lançou no mercado vários modelos de sucesso, incrementando assim suas vendas. No início dessa década a CHRYSLER já estava a caminho de uma recuperação com o lançamento do primeiro modelo conversível em 12 anos - o LeBaron. Com base na comprovada plataforma K-car, o modelo acertou em cheio os amantes de carros conversíveis. Os modelos baseados na plataforma K-car fizeram tanto sucesso, que a empresa começou a produzir uma limusine baseada nessa plataforma em 1985. Por US$ 26.318, podia-se ter uma verdadeira limusine com o luxo da CHRYSLER.
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O presidente da empresa, Lee Iacocca, era bem conhecido do público norte-americano durante esses anos. Em anúncios televisivos e de imprensa, ele aparecia ao lado da gama de produtos da montadora, apresentando orgulhosamente a “The New Chrysler”. Os consumidores apreciaram a integridade de Lee Iacocca, o que contribuiu para melhorar a imagem de toda a indústria automobilística norte-americana. Num desses comerciais, ele aparecia dizendo a seguinte frase “If you find a better car, buy it!” (Se você encontrar um carro melhor, compre!). Um dos principais modelos da marca foi lançado em 1984 com a introdução da mini-van Voyager, que revolucionou o mercado nesse segmento. Depois de 9 anos de ausência no mercado europeu, a empresa voltou a exportar carros para o velho continente em 1987.
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Apesar de lançar modelos de sucesso na década de 90 como o revolucionário Chrysler Cirrus (1992), com designer aerodinâmico moderno e único; o Chrysler Concorde; a mini-van Pacifica; o Chrysler Sebring Convertible, que se tornou um grande sucesso; e o modelo LHS, que possuía como grande virtude o máximo de espaço pelo mínimo do preço, a CHRYSLER começou apresentar enormes problemas, dando início a uma crise financeira sem precedentes em sua história. O socorro veio em maio de 1998, quando a Daimler-Benz AG e a Chrysler Corporation decidiram unir-se numa fusão. Esta fusão criou uma empresa que se encontrava entre as três maiores do setor de automóvel em termos de receitas, a DaimlerChrysler. Sob o comando da empresa alemã, novos modelos de automóveis foram lançados, entre eles o novo Chrysler 300M (1999), que foi eleito carro do ano; e o Chrysler PT Cruiser, apresentado no dia 6 de Janeiro de 2000 no Salão do Automóvel Internacional Norte-Americano.
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Mesmo assim, a CHRYSLER continuava sendo deficitária, e arrastava junto a empresa alemã, que no dia 14 de maio de 2007, resolveu vendê-la para o fundo de investimento americano Cerberus Capital Management. O nome Chrysler LLC foi adotado após a dissolução da DaimlerChrysler. Mesmo sob nova direção, os problemas se agravaram e a montadora enfrenta diversos problemas na tentativa de driblar a crise. Os principais motivos para o prognóstico pessimista são a dependência excessiva de modelos utilitários e a ausência de subsidiárias internacionais lucrativas.
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No final de 2008 aconteceu uma coisa praticamente impensada anos atrás: a CHRYSLER decidiu parar suas fábricas no mundo inteiro só reabri-las no dia 19 de janeiro. A medida foi causada, segundo a montadora, pela falta de crédito para a compra de veículos nos Estados Unidos. Nem a ajuda financeira de bilhões de dólares do Governo Americano conseguiu amenizar a situação, deixando a montadora praticamente sem saída. A única, e desesperada solução, foi o pedido de concordata no dia 30 de abril de 2009 e a assinatura de um acordo com a italiana FIAT, que passará a possuir entre 20% e 25% da montadora americana. Mesmo assim, devido a sua precária situação financeira, a CHRYSLER pode ser obrigada a comercializar alguns de seus ativos, incluindo o sistema de logística e até mesmo as marcas Dodge e Jeep.
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A linha do tempo
1990
● Lançamento do Chrysler Town & Country, uma minivan perfeita, seja durante a semana na cidade ou nas viagens e passeios do fim de semana e das férias. A primeira versão do modelo havia sido introduzida no mercado no início da década de 40.
1993
● Lançamento do Chrysler Concord, um sedan de porte grande.
1995
● Lançamento do Chrysler Sebring, um sedan de porte médio que faz muito sucesso no mercado norte-americano.
● Lançamento do Chrysler Cirrus, um sedan de porte médio.
1996
● Lançamento do Chrysler Sebring na versão conversível.
2001
● Lançamento do Chrysler PT Cruiser, um modelo compacto com estilo "retrô". O modelo era uma prova de que o espírito de ousadia da marca estava mais vivo do que nunca. Cheio de inovações e com um desenho “clássico-moderno”, o PT Cruiser demonstrava novamente a dedicação da CHRYSLER em criar automóveis que se inspiram no passado e que redefinam o futuro. O original foi feito em 1992 com nome de POSTOKER, e lançado somente na Inglaterra, logo saindo de linha. O modelo PT Cruiser terá sua produção encerrada em meados de 2009.
2004
● Lançamento do Chrysler Pacifica, um crossover de porte médio-grande, oferecendo um ótimo espaço interno unido com um estilo sórbrio e elegante. Com um interior com capacidade para acomodar até seis passageiros, o modelo é um veículo voltado para o uso familiar, contando com um acabamento impecável e trazendo inclusive sistema de câmeras para ajudar o motorista na hora de estacionar.
● Lançamento do Chrysler Crossfire, um roadster conversível de dois lugares fruto da parceria entre a montadora americana e a Mercedes-Benz. O modelo que utilizava a plataforma do Mercedes-Benz SLK, não fez o sucesso esperado e foi retirado de linha em 2008. As vendas do modelo na Europa até que eram razoáveis, rendendo 80.000 unidades durante cinco anos de vida, todas essas unidades tendo sido feitas na Alemanha. Já nos Estados Unidos, em seu último último ano, foram vendidas apenas 8.000 unidades, número irrisório para um mercado daquele tamanho.
2005
● Lançamento do Chrysler 300C, um sedan de porte grande com capô longo, ampla grade dianteira cromada e traseira curta. O design externo exibe o requinte que é oferecido também internamente. Para quem tem um perfil mais esportivo, o Chrysler 300C oferece a versão SRT8, impulsionada por um motor V8 de impressionantes 431cv de potência.
2007
● Lançamento do Chrysler Aspen, um utilitário esportivo de porte grande. O modelo trazia como destaque o seu interior com bons equipamentos, incluindo sistema de som e imagem de ultima geração com direito a telas de LCD atrás posicionadas no teto para os passageiros do bando traseiro. Como não poderia ser diferente contava com muita potência ao dispor do motorista, sendo equipado com o tradicional e beberrão V8 com 4.7 litros e 335 cavalos, contando ainda com uma caixa de câmbio automático de cinco velocidades e tração 4×4.
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O museu
No mês de outubro de 1999 foi inaugurado em Auburn Hills, estado americano do Michigan, o Walter Chrysler Museum, um maravilhoso museu em homenagem ao fundador da montadora americana que ilustra e expõe modelos que ajudaram a construir a história da tradicional marca. Ricamente decorado com detalhes históricos das marcas CHRYSLER, DODGE, JEEP, PLYMOUTH e AMC, o visitante literalmente mergulha em saudosos tempos que a indústria automobilística americana reinava absoluta no mundo.
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Uma simbologia cheia de história
As famosas asas prateadas (WINGED) da CHRYSLER tiveram sua primeira aparição pública no Hotel Commodore, durante o Salão do Automóvel de Nova York em 1924, no modelo Chrysler Six - o primeiro automóvel de preço acessível. Para os hóspedes do hotel, as distintas asas prateadas fixadas na grade do radiador do novo modelo em conjunto com um medalhão dourado com a inscrição CHRYSLER, sinalizavam a chegada de uma nova referência na engenharia e no design de automóvel. Nos anos seguintes, este símbolo ornava a grade do radiador de todos os modelos da marca, e entre 1931 a 1934, uma gazela voadora apoiava-se nessas asas. Assim não é surpresa que o inovador Chrysler Airflow de 1934 não tinha apenas as asas no topo da grade frontal, mas nos pára-lamas traseiros. A CHRYSLER continuou a utilizar as asas como símbolo durante os anos 30, 40 e até finais dos anos 50.
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Este símbolo atingiu o seu auge em 1951, quando uma versão maior e mais arrojada foi usada para celebrar o lançamento do novo motor Hemi V8. Infelizmente as asas foram retiradas em 1957 quando o público deixou de apreciá-las. As asas prateadas e o medalhão dourado voltaram as grades do radiador dos modelos CHRYSLER em 1995. Dois anos depois, uniram-se estes dois emblemas. Hoje em dia, este símbolo conta uma orgulhosa história de excelência em engenharia e design, ornamentando todos os modelos da marca. Atualmente este símbolo é utilizado somente nos automóveis da montadora, e não como logotipo da empresa.
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Outro símbolo marcante da CHRYSLER é uma estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos para representar a precisão da engenharia. Utilizado pela primeira vez em outubro de 1962, o símbolo (chamado de Pentastar) se tornou de fácil reconhecimento junto aos consumidores, especialmente em sua fase de expansão internacional. Ele foi utilizado extensivamente em todas as concessionárias da montadora, em campanhas publicitárias, materiais impressos, nas outras marcas do grupo e em qualquer produto fabricado pela CHRYSLER.
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O símbolo continuou representando a CHRYSLER até 1998, quando a montadora foi comprada pela alemã Daimler AG. Com a venda da CHRYSLER em 2007, a montadora oficialmente reviveu seu tradicional símbolo, agora em três dimensões e modernizado, passando a adotá-lo como logotipo.
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Os slogans
Inspiration Comes Standard.
Engineered to be great cars.
Engineered Beautifully.
Inspiração de série. (Brasil)
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 6 de junho de 1925
● Fundador: Walter Percy Chrysler
● Sede mundial: Auburn Hills, Michigan
● Proprietário da marca: Chrysler LLC
● Capital aberto: Não
● Chairman & CEO: Robert Nardelli
● Presidente: Jim Press
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Concessionárias: 4.000
● Produção: 1.453.122 (2008)
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 58.000
● Segmento: Automotivo
● Principais produtos: Automóveis de passeio, utilitários e carros esportivos
● Outros negócios: Dodge e Jeep
● Ícones: O logotipo Pentastar e o símbolo Winged
● Slogan: Inspiration Comes Standard.
● Website: www.chrysler.com
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A marca no mundo
Atualmente a CHRYSLER comercializa sua linha de automóveis em mais de 120 países ao redor do mundo, vendendo anualmente mais de 1.4 milhões de veículos. A montadora possui seis Centros Técnicos e 14 fábricas, vendendo seus veículos em uma rede composta por mais de 4.000 concessionárias.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Lancia se traveste de Chrysler em Genebra


Definitivamente, Sergio Marchionne é um fã da América. Embora italiano, o chefão da Fiat trabalhou por muitos anos no continente norte-americano e essa cultura absorvida foi fundamental para que a empresa decidisse assumir o espólio da montadora Chrysler.

Nessa empreitada, Marchionne também vislumbrou um futuro em que a Chrysler e a Lancia se tornem praticamente a mesma coisa. Por isso não surpreende ver em Genebra os modelos 300C e 200C com as logomarcas da Lancia.


Rebatizados como Thema e Flavia, além da versão italiana da van Town&Country, os carros serão vendidos no continente europeu como Lancia. Mas talvez ainda leve um tempo para que a brutalidade do desenho norte-americano possa casar com a idéia de elegância do marca italiana, mais ainda no 300C/Thema. Nele essa junção é como água e óleo. Já o Flavia/200C é elegante, principalmente na traseira. Trata-se de um carro que combina mais com o DNA da Lancia, com linhas mais leves e sutis. Destaque para o interior aparentemente mais refinado do que o do 300C.

De qualquer forma, eles são definitivamente muito mais belos que os estranhos Ypslon, Delta e Musa, pratas da casa da montadora.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A espetacular pista de testes no telhado de uma fábrica da Chrysler


Sim, este post tem cara de repeteco, mas permita-me explicar. Em 1928, cinco anos antes de a Fiat, atual co-proprietária da Chrysler, inaugurar sua impressionate fábrica em Lingotto, os distribuídores da Chrysler da Argentina abriram uma magnífica construção para montar carros, vendê-los, testá-los… e colocá-los para correr em Buenos Aires. Fomos dar uma olhada no que sobrou do edifício.

O distrito de Palermo Chico, em Buenos Aires, é o tipo de lugar onde você esperaria encontrar de tudo, menos uma fábrica de automóveis. Imediatamente ao noroeste de Recoleta, é um lugar de avenidas de três faixas, condomínios fechados, homens em camisas polo e mocassins de camurça, mulheres comendo sobremesas propositadamente diminutas. Você até poderia, de fato, andar pela Avenida Figueroa Alcorta e passar pelo único prédio com uma pista de testes no topo e nem perceber.

O Palacio Chrysler foi construído pela companhia do empreendedor argentino Julio Fevre, que adquiriu os direitos exclusivos de representar a Chrysler na Argentina em 1927, após uma década e meia importando carros americanos para o país. O edifício foi projetado por Mario Palanti e ocupava um quarteirão inteiro onde era então uma área com poucas construções em Buenos Aires.

Fotos da época mostram a enorme estrutura entre casas esparsas e terrenos vagos. A fachada decorada com colunas abrigava uma área de exibição, enquanto nos fundos e no andar de cima ficavam os escritórios administrativos, oficinas e depósitos.

Mas foi mesmo a cobertura que roubou a cena. Equipada com uma pista de testes de pouco mais de uma milha (1,6 km) de extensão, era utilizada para testar carros e receber a alta sociedade argentina para apreciá-los: a parte interna da pista tinha capacidade para 3 mil pessoas.

O declínio do comércio durante e após a Segunda Guerra Mundial e a urbanização da região deram fim à montagem e venda de carros no prédio. Em 1990, o local foi comprado por uma companhia de desenvolvimento urbano, que o transformou em um edifício residencial e comercial. Foi nessa situação que encontrei o Palacio Chrysler, agora chamado Palacio Alcorta, em uma tarde de janeiro; um bloco baixo e cinzento rodeado por câmeras de segurança.

O porteiro tinha suas prioridades bastante claras. Mesmo após aprender sobre a história do prédio — com a ajuda de minha adorável co-exploradora Natalie Polgar, que traduziu meu inglês para o espanhol portenho do porteiro através de uma ponte italiana — ele não me deixaria passar pela porta da frente e definitivamente não me deixaria visitar o que restou da pista de testes no telhado, que o Google Maps revela ter sido demolida e convertida em uma piscina para os moradores ao lado de um telhado oval, abobadado.

O porteiro só não contava com uma coisa: a sacada do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, bem ao lado do Palacio Alcorta. Compre um bilhete e suba até o último andar, onde você poderá ver uma pequena parte da curvatura do circuito oval que ficava no telhado, uma obra secreta, de uma era em que o automóvel era o novo, a arte e a poesia, acenando para um mundo onde os prédios não eram apenas tijolos anônimos, mas templos magníficos dedicados aos deuses da velocidade. Se você se julga um verdadeiro amante dos carros, faça um favor a si mesmo e vá visitá-lo!
Fonte: Jalopnik

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Concessionárias da Chrysler processam governo norte-americano


Em uma ação conjunta, 64 concessionárias da Chrysler que tiveram as operações encerradas durante a crise de 2009 decidiram processar o governo dos Estados Unidos.

Elas alegam que houve violação da constituição quando as franquias foram tomadas sem as devidas compensações.

A ação marca uma crescente reação contra o governo federal e seu papel durante os pedidos de concordata da Chrysler e General Motors.

Em setembro, uma concessionária GM do estado do Mississipi e uma da Chrysler, no estado de Iowa, entraram com ações semelhantes contra o governo, alegando que a quinta emenda afirma que a propriedade privada não pode ser “levada para o uso público sem as justas compensações”.

Os 64 autores da ação, que pertencem a 30 estados – incluindo Texas, Califórnia, Nova York e Flórida -, representam 8% das 789 concessionárias que tiveram suas revendas encerradas em 2009.
Fonte: CarPlace

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Chrysler revela compacto baseado no Fiat 500 para mercado europeu


Após liberar as imagens em seu site, a Lancia, empresa pertencente ao grupo Fiat, divulgou mais informações da nova geração Ypsilon, modelo que é baseado na plataforma do Fiat 500 e será vendido como Chrysler no mercado europeu.

O carrinho mantém o estilo introduzido pela Delta e traz carroceria pintada em duas cores. No velho continente, a novidade irá rivalizar com Audi A1 e o Mini Cooper.

O modelo estará disponível apenas na versão cinco portas e com quatro opções de motorização: 0.9, 1.2 e 1.3 Multijet e o 1.4 Multiair.

A Lancia reserva ainda para o Salão de Genebra o sedã grande Thema, baseado no Crysler 300 C, e as versões cupê e conversível do Flavia, o Chrysler 200 europeu.

A inegração entre a Lancia e a Chrylser na Europa visa aumentar a participação da Fiat no mercado local. De acordo com Olivier François, atual CEO da Lancia e também responsável pela Chrysler, com a medida o grupo espera comercializar por volta de 300.000 automóveis das duas marcas a partir de 2014.
Fonte: G1

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lancia lança três modelos Chrysler em Genebra


A Lancia vai fazer três lançamentos durante o Salão de Genebra, na Suíça, que acontece no próximo mês. Os modelos, entretanto, já são conhecidos. Thema, Flavia e Grand Voyager nada mais são do que os Chysler 300C, 200 e Town & Country com o símbolo da montadora italiana.

O Thema mantém o bom pacote e equipamentos do novo Chrysler 300C. Estão presentes iluminação diurna com LEDs, sistema de prevenção de colisões, piloto automático ativo, alerta de objetos no ângulo morto e auxiliar de estacionamento com câmeras.

Apenas a gama de motores muda. No lugar do 5.7 V8 (oito cilindros, em "V") do 300C, a Lancia instalou um turbodiesel 3.0 V6 (seis cilindros, em "V") com 190 ou 224 cv (cavalos) de potência, sempre com câmbio automático de cinco marchas. O 3.6 V6 de 292 cv movido a gasolina foi mantido e tem transmissão de oito velocidades.

O Chrysler 200 ressuscita o nome Flavia na Lancia. Assim como o irmão norte-americano, será vendido com carroceria sedã de quatro portas ou conversível, de duas. A montadora italiana não revelou seus motores, porém é de se esperar que tenha uma opção a gasolina e as demais turbodiesel.

Já a Grand Voyager chega para o lugar da minivan Phedra e tem todos os itens de conforto da Town & Country: oito lugares, portas deslizantes elétricas, telas de DVD para os bancos traseiros, navegador, entre outros. Os motores disponíveis são dois: 3.6 V6 de 283 cv movido a gasolina e um turbodiesel 2.8 de 163 cv.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Fiat deve assumir controle da Chrysler em 2011


O CEO do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, afirmou que pretende adquirir 51% das ações da Chrysler até o fim de 2011.

A negociação está muito próxima de ser concluída, já que o executivo garantiu que a Fiat já possui o capital necessário para assumir o controle acionário da empresa norte-americana. Atualmente, a Fiat detém 25% do Grupo Chrysler, formado pelas marcas Chrysler, Dodge, Jeep e RAM e pela preparadora Mopar.

No entanto, antes de assumir a Chrysler, a Fiat deve comprar mais 10% das ações, elevando sua participação no conglomerado norte-americano para 35%. Para atingir esta porcentagem, a Fiat precisa cumprir algumas metas estabelecidas entre as partes envolvidas no acordo.

Uma delas é fazer a receita da Chrysler superar o valor de 1,5 milhão de dólares no exterior. Promover o lançamento de um carro compacto ecologicamente correto também é uma das prioridades, o que está bem encaminhado, já que a Chrysler já está testando um protótipo construído sob a base do Fiat 500. O que pode pesar a favor da Fiat é que as autoridades dos EUA e Canadá já se mostraram favoráveis à transação.
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